Mais controle sobre custos, preços e rentabilidade.
A complexidade industrial exige uma visão financeira capaz de conectar produção, custos, preços, vendas e resultado. Em indústrias de pequeno e médio porte, é comum que o custo dos produtos tenha sido calculado anos atrás e reajustado por percentual, que os custos indiretos sejam rateados por um critério único e que a tabela de preços não reflita mais a realidade da fábrica.
O que analisamos
- Custeio por produto: matéria-prima, mão de obra direta, tempo de máquina, setup e custos indiretos alocados por critérios que reflitam o uso real.
- Formação de preços: preço mínimo por produto, lote e condição comercial, incluindo impostos, frete e prazo.
- Margem por produto, cliente e linha: quem sustenta a fábrica e quem é subsidiado.
- Capacidade e ociosidade: quanto custa a estrutura parada e quanto vale ocupar a capacidade livre.
- Estoques e capital de giro: matéria-prima, produtos em processo e acabados que prendem caixa.
- Investimentos: retorno de máquinas, ampliações e novas linhas antes da decisão.
Exemplo ilustrativo
Uma metalúrgica com 35 funcionários produz 60 itens e calcula todos com o mesmo percentual de custos indiretos sobre a mão de obra. Refazendo o custeio por hora-máquina, os itens de usinagem complexa — 20% do faturamento — mostram custo 35% maior do que o calculado, enquanto peças simples estavam caras demais e perdendo concorrências. O reajuste seletivo da tabela melhora a margem e a competitividade ao mesmo tempo.
Como o trabalho acontece
O diagnóstico inclui visita à fábrica para entender o fluxo produtivo, porque o custeio só fica correto quando reflete como cada produto é feito. O trabalho segue o Método Medzo, com os serviços de gestão de custos e formação de preços e margens como base. Leia também o que esperar de uma consultoria financeira para indústrias.
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